Trio Samba Chorado
Dia 17 de março, às 20h40min no Anfiteatro da USF.
Formado no ano de 2008 no município de Bragança Paulista por Rafael Shimidt (Violão), Luppa (Contrabaixo Elétrico) e Dindo (Percussão),o Trio Samba Chorado redefine ritmos brasileiros com interações, improvisações e sua ousadia em apresentações que ocorrem em diversas regiões. Marcado por execuções diferenciadas da música instrumental urbana brasileira, o trio conta com uma formação instrumental exótica, no que diz respeito a grupos de MPB. O repertório conta com obras de renomados autores como Antonio Carlos Jobim, Baden Powel, Garoto, Dilermando Reis, Rafael Rabelo, dentre outros.
Baque Lua Cris
Dia 18 de março, às 20h40min no Saguão da USF.
O grupo Baque Lua Cris foi criado em 2007 em Bragança Paulista, buscando em seu processo de formação integrar à música as artes cênicas, tendo como principal influência as manifestações populares brasileiras, em especial o maracatu, o coco e a ciranda. O grupo conta com 15 integrantes, entre batuqueiros e atores, e realiza seu manifesto através das recriações dos elementos rítmicos da percussão, das melodias vocais e da poética cênica da nossa cultura popular, seja em apresentações em locais fechados ou em cortejos pelas ruas de Bragança e de outras cidades.
Tudo é Tão Igual
Wem
Dia 19 de março, às 20h40min no Anfiteatro da USF.
O espetáculo “Tudo é Tão Igual” traz ao palco diferentes linguagens artísticas – canto, harmonia, percussão corporal, objetos do cotidiano (caneta, conduite elétrico, zíper, saco plástico) e loopings eletrônicos – criando um clima inusitado e contemporâneo. Este espetáculo é influenciado pelos próprios rabalhos anteriores e pelo trabalho dos Barbatuques, Bobby Mcferrin, Lenine e Camille. Após oficina feita com os barbatuques o compositor viu a possibilidade de unir a percussão corporal em seu trabalho, e de usar objetos do cotidiano como instrumentos musicais. Wem tem como enfoque principal, em muitas de suas composições a sessão rítmica, permeada por arranjos de violão muito pessoal, quase percussivo. A parte vocal é bem elaborada. Com uma tessitura ampla, Wem busca variá-la em toda sua extensão, propiciando ao ouvinte um rica quantidade de timbres. Ela é responsável pelos momentos mais intimistas e melódicos do show. Em dois momentos o compositor fica sozinho no palco e o único instrumento utilizado é a voz, (violão, Voz e Loopin) o músico Rodrigo Fuji toca baixo e bateria com os pés (bumbo, caixa e ximbal). As letras tem influência da poesia concreta e retratam o mundo atual, sempre muito diretas. O projeto aqui exposto visa unir a experiência adquirida nos trabalhos anteriores (DVD brasileiro Sou Eu, EP com produção de Ulisses Rocha) e o grande potencial artístico, social e educacional. Culminando num trabalho original e contemporâneo.
À Brasileira
Dia 20 de março, às 20h:40min no Anfiteatro da USF.
Com modinhas “imperiais” e choros “republicanos”, música vocal e instrumental, caboclos da caatinga e malandros, o brejeiro e o sofisticado, cada retalho seja de cetim ou de fuxico é responsável por esta colcha de retalhos, este painel que é a nossa Música Popular Brasileira, a partir desta pesquisa, desse olhar, surge “À BRASILEIRA”. O grupo apresentou-se em grandes eventos locais, regionais e nacionais, como também internacionais, como em 2006 quando foi convidado para abrir o Festival de Contis no dia da música em Paris, onde se apresentou também com grupos africanos e franceses; seguindo para Algarve (Portugal) realizando apresentações em Casas de Show, Hotéis, e eventos públicos, divulgando a Nossa Música.
Um dos projetos do grupo é o SOm da Eco, com canções de Milton Nascimento, Tom Jobim, Guinga, Chico Buarque, Simone Guimarães, entre outros grandes nomes da MPB cujo tema principal é a ecologia, seja interior ou exterior, abordando a importância da preservação e co-relação existente entre Meio Ambiente – Humanidade, Cultura de Paz e a importância de manter:”a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo”. Aliado ao repertório, a maneira À BRASILEIRA de se tocar; temos as fotografias documentando nossa região, situando-nos em parceria com as canções, promovendo momentos de reflexão, pausa e contemplação, “entre tempos” “entre sons”…
www.myspace.com/bandaabrasileira
Gabriela Gonçalves – voz
Rafael Cardoso – violão
Bebel – flauta transversal
Pedro Macedo – contrabaixo
Marcelo Alves – bateria